Existem vários tipos de quedas de cabelos, e, felizmente, a grande maioria é temporária. Há uma minoria de casos em que os fios não voltam mais a crescer, que chamamos de alopecias cicatriciais. As alopecias cicatriciais ocorrem por uma agressão a raiz dos cabelos, de causa inflamatória. Esta inflamação se não for tratada a tempo acaba causando a destruição dos folículos pilosos (regiões que geram o fio do cabelo, onde estão as células-tronco) e são formadas cicatrizes nos locais, inviabilizando o crescimento de novos fios. Quando diagnosticada precocemente, isto é, antes de ocorrer a destruição total dos folículos pilosebáceos, a alopecia cicatricial pode ser tratada com medicamentos antibióticos, anti-inflamatórios ou corticosteroides, impedindo que a doença avance até os estágios severos, nos quais a perda dos fios se torna irreversível. É muito importante procurar o médico dermatologista assim que perceber os primeiros sintomas da doença, acelerando assim, a obtenção de um diagnóstico preciso e aumentando as chances de sucesso durante a terapia clínica.

Sintomas mais comuns das alopecias cicatriciais

  • Queda de cabelo em tufos, formando placas lisas no couro cabeludo;
  • Descamação e vermelhidão no couro cabeludo;
  • Ardência e coceira;
  • Pequenas espinhas ou abscessos doloridos, com saída de pus.

As alopecias cicatriciais podem acontecer como uma doença isolada ou acompanhando com outra doença.

Formas mais comuns de alopecias cicatriciais primárias no couro cabeludo

  • – Lupus Eritematoso Discóide
  • – Foliculite Decalvante;
  • – Celulite Abscedante;
  • – Liquen Plano Pilar;
  • – Alopecia Frontal Fibrosante;
  • – Pseudopelada de Brocq
  • – Alopecia Central Centrífuga
  • – Foliculite em tufos
  • – Dermatose Pustular Erosiva.

Há tratamento para a maioria delas, se tratadas no início. Para começar o tratamento é necessário consultas e exames detalhados.

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